Canal Lucas Moreira chega aos 100 mil inscritos

O canal Lucas Moreira chegou aos 100 mil inscritos em junho de 2026. A história do marco: do primeiro vídeo no celular à educação gratuita de IA da fazer.ai.

4 min de leitura

O primeiro vídeo do canal Lucas Moreira foi gravado num celular, iluminado por uma lâmpada fluorescente. Em junho de 2026, esse mesmo canal passou dos 100 mil inscritos e de um milhão de horas assistidas. O vídeo acima conta essa travessia com bastidores que nunca tinham sido publicados. Este post registra a história por escrito, incluindo o papel que a fazer.ai teve nela desde o começo.

Do celular aos primeiros mil inscritos

A abertura do vídeo é o retrato fiel do início: o Lucas repetindo o próprio nome, take após take, até conseguir dizer "olá, publicado" no primeiro vídeo. Sem estúdio, sem equipe, sem plano de canal, um Engenheiro de Eletrônica e de Telecomunicações decidido a ensinar o que sabia fazer.

Nos 800 inscritos veio a decisão que muda a história, registrada quase como um pensamento em voz alta:

"Vou investir meu tempo nesse negócio do YouTube. Eu acho que esse negócio de compartilhar conhecimento sempre volta."

Os primeiros 1.000 inscritos chegaram junto com o backstage do vídeo de mapa mental. E a primeira câmera profissional não foi comprada: foi emprestada pelo Lidiaque, quando tudo ainda era gravado no celular. Ninguém esquece quem acredita no projeto enquanto ele ainda é só uma ideia.

O dia de devolver o notebook

Um dos momentos mais fortes do vídeo não tem nada de YouTube: é o Lucas devolvendo o notebook da empresa, o celular corporativo e se despedindo da própria mesa.

"Finalizado. Mais um ciclo na minha vida. Vamos desbravar novos desafios."

Não havia garantia nenhuma. Havia um canal pequeno, uma convicção sobre compartilhar conhecimento e muito trabalho pela frente.

O que a câmera não mostrava

O vídeo abre os arquivos que nunca viraram conteúdo. Gravação começando à 1h12 da manhã. Um roteiro que consumiu 15 horas de trabalho e saiu dividido em 16 blocos, gravados fora de ordem por logística. Sessões de 6 horas de gravação para um único vídeo. O estúdio montado na marra, com o Douglas ajudando a levantar cada parte.

Tem até um registro de 2025 com os prompts sendo escritos no VS Code (jeito de engenheiro de trabalhar), o teste do microfone novo e o dia de gravação da Secretária V3, o projeto que carrega a missão de origem do canal: fazer o melhor atendimento por IA faça você mesmo do mundo.

E aparece também o lado que ninguém romantiza: custo. "Tô gastando muito dinheiro", diz o Lucas num dos registros. Produzir com roteiro, cenário, edição e animação custa caro, e custava quando o canal ainda não devolvia nada disso.

De 10 mil a 100 mil: os marcos do caminho

Os números foram subindo como consequência do trabalho: 10 mil inscritos, 20 mil (comemorados com um quadro novo no canal), depois 50 mil. No meio do caminho, sinais de que o trabalho passou a ser notado: uma passagem pelo Google for Startups, em São Paulo, e o convite da ElevenLabs para o Lucas ser juiz do hackathon mundial da empresa.

Em junho de 2026, o canal cruzou os 100 mil inscritos, e publicou o vídeo que abre este post para contar como foi. O placar diz menos que o padrão por trás dele: mais de um milhão de horas assistidas, construídas vídeo a vídeo.

Um número que não é de uma pessoa só

É a tese central do vídeo: o marco não pertence a uma pessoa.

Nos bastidores, o time da fazer.ai construiu o canal junto: o Gabriel Jablonski, sócio do Lucas e cofundador da empresa, os editores, os devs, quem cuida da comunidade todos os dias. Na frente da tela, cada pessoa que apertou inscrever, comentou, voltou na semana seguinte e trouxe mais alguém.

Parte dessa audiência virou algo maior: uma comunidade com mais de 10 mil membros, onde quem assiste deixa de só assistir e passa a construir junto.

O papel da fazer.ai nessa história

A fazer.ai é a principal mantenedora do canal desde o começo: é dela que saem equipe, estrutura e as horas de produção por trás de cada vídeo. E vale dizer com clareza o que essa relação é e o que ela não é.

O canal não é vitrine da consultoria. É investimento em educação aberta: aula gratuita no YouTube e código publicado para qualquer pessoa baixar e montar o seu. O fork de atendimento mantido no GitHub passa hoje de 190 mil downloads. Quem assiste aprende a fazer por conta própria, com tudo no seu controle: seus dados, seu custo, sua máquina. A consultoria de engenharia de IA é outra frente da empresa, com outro público; quem quiser conhecer, o caminho é a página quem somos.

Essa lógica tem um capítulo próprio no blog: como a fazer.ai investe em educação gratuita de IA.

E ela aponta para a frente. A intenção declarada da fazer.ai é estender esse mesmo apoio (estrutura, produção, engenharia) a outros criadores dispostos a ensinar com o código na mão. Por enquanto é isso: uma intenção, sem data e sem formato fechado. Se e quando virar algo concreto, será contado por aqui.

Pra ir além

O vídeo merece ser visto inteiro: os bastidores originais estão lá, do primeiro take ao marco, no canal do Lucas Moreira. E o convite feito nele segue valendo: conta nos comentários quando foi que você entrou nessa história e qual vídeo trouxe você.

Se você quer fazer com acompanhamento (tirar dúvida, pegar arquivo pronto, ver bastidor), a comunidade tá em lucasmoreira.ai.

A frase que fecha o vídeo resume tudo: não é sobre ter a ferramenta. É sobre fazer.

Faça junto com a comunidade

Mais de 10 mil pessoas fazendo IA na prática. Tire dúvidas, pegue arquivos prontos e veja os bastidores.

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